Dados confidenciais, alucinações e ferramentas não autorizadas: as regras práticas para usar IA na empresa sem criar riscos desnecessários.
A conversa sobre segurança e IA nas empresas costuma oscilar entre dois extremos igualmente errados: o pânico que proíbe tudo (e empurra o uso para a clandestinidade) e o entusiasmo que ignora riscos reais. Entre os dois está a resposta certa: regras simples, claras e aplicáveis. São estas.
Quando um colaborador cola informação numa ferramenta de IA, essa informação sai da empresa. Dependendo da ferramenta e do plano, pode ser usada para treinar modelos, ficar retida em servidores fora da UE, ou aparecer em históricos partilhados.
Regras práticas:
A IA produz respostas erradas com a mesma confiança das certas. O perigo não é o erro — é o erro não detetado que sai num contrato, numa proposta ou numa comunicação a clientes.
Proibir sem oferecer alternativa não elimina o uso — esconde-o. Colaboradores passam a usar contas pessoais no telemóvel, sem qualquer controlo. A resposta é dar uma via oficial boa: ferramentas aprovadas, formação e regras razoáveis. Dedicámos um artigo inteiro ao shadow AI.
Dados pessoais em prompts são tratamento de dados sob o RGPD — com tudo o que isso implica. E o IA Act acrescenta obrigações próprias, incluindo literacia obrigatória das equipas. Os essenciais: RGPD e IA e o que o IA Act exige às empresas.
Empresas que implementam estes cinco pontos eliminam a esmagadora maioria dos incidentes — sem matar a produtividade que a IA traz. Para formalizar tudo isto num documento, veja como criar uma política interna de IA.
Desenvolvida e gerida em Portugal.
Infraestrutura europeia com encriptação SSL.
Respeitamos as normas europeias de privacidade.
Stripe + métodos de pagamento locais e internacionais.