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Agentes de IA e Automação: integrar a IA no trabalho real

Curso Agentes de IA e Automação Inteligente de Tarefas, da TecMinho (Universidade do Minho), a 30 de novembro e 7 de dezembro. Uma formação prática para criar agentes no ChatGPT, Copilot e Claude e automatizar processos com Zapier e Make.

1 de outubro de 2026·3 min de leitura·
Agentes de IA e Automação: integrar a IA no trabalho real

Usar Inteligência Artificial numa tarefa isolada é relativamente simples. Abrimos o ChatGPT ou outra ferramenta, damos uma instrução, recebemos uma resposta e continuamos o trabalho.

O passo seguinte é mais interessante: fazer com que a IA passe a fazer parte do próprio processo.

Imagine um pedido que chega por email. É preciso interpretar a informação, consultar dados, decidir o que fazer, atualizar um ficheiro ou sistema e preparar uma resposta. Em vez de executar manualmente cada etapa, podemos criar um fluxo em que diferentes ferramentas trabalham em conjunto e a IA intervém precisamente onde é necessário compreender contexto, analisar informação ou tomar uma decisão dentro de regras definidas.

É este o foco do curso Agentes de IA e Automação Inteligente de Tarefas, da TecMinho, a interface da Universidade do Minho.

Da automação aos agentes de IA

Nem todas as tarefas precisam de um agente. Em muitos casos, uma automação tradicional é suficiente. Noutros, precisamos de um sistema capaz de interpretar informação e adaptar o passo seguinte ao contexto.

Ao longo da formação vamos perceber estas diferenças e, sobretudo, aplicá-las. Os participantes vão aprender a:

  • distinguir automação tradicional, automação com IA e agentes;
  • criar assistentes personalizados no ChatGPT, Microsoft 365 Copilot e Claude;
  • definir instruções, dados, limites e critérios de atuação;
  • utilizar pesquisa e análise automatizada;
  • construir fluxos com ferramentas como Zapier e Make.

Mais do que conhecer muitas ferramentas, importa perceber quando usar cada abordagem e como combiná-las para resolver uma tarefa real.

Construir uma solução durante a formação

A formação tem uma componente essencialmente prática, combinando enquadramento, demonstrações e exercícios realizados diretamente nas ferramentas.

Vamos, por exemplo, criar um chatbot no Zapier que utiliza informação própria para responder e encaminha para uma pessoa as situações que exigem intervenção humana. No Make, vamos construir workflows que ligam diferentes aplicações e utilizam IA nas etapas que exigem interpretação.

No último módulo, cada participante ou grupo escolhe uma tarefa ou problema, define o processo, constrói uma solução e testa-a. A ideia é terminar a formação a perceber como funcionam agentes e automações e com uma primeira solução construída, aplicável ao trabalho.

Para quem é esta formação

O curso destina-se a profissionais que querem automatizar tarefas e processos nas suas áreas de trabalho, incluindo funções administrativas e financeiras, comercial, marketing, recursos humanos, apoio ao cliente, gestão e melhoria de processos.

Não são necessários conhecimentos de programação. Trabalharemos sobretudo com ferramentas no-code e low-code.

É recomendável alguma familiaridade com ferramentas de IA generativa. Para quem está ainda a começar, o curso IA Generativa na Prática, também da TecMinho, constitui uma boa introdução antes desta formação.

Formador

O curso é lecionado por André Bacêlo e Costa, docente, formador e consultor em Inteligência Artificial e inovação digital, e fundador da SuperHumano.

Datas e formato

  • Datas: 30 de novembro e 7 de dezembro de 2026
  • Horário: das 9h00 às 13h00
  • Duração: 8 horas de formação
  • Formato: online, em sessões síncronas

O valor, as condições de participação e a inscrição são disponibilizados diretamente pela TecMinho: formação na TecMinho.

Perguntas frequentes

É necessário saber programar?

Não. A formação utiliza essencialmente ferramentas no-code e low-code. É recomendável apenas ter conhecimentos básicos de utilização de IA generativa.

Qual é a diferença entre automação e agentes de IA?

Uma automação tradicional é adequada quando conseguimos definir antecipadamente regras e passos claros. Os agentes acrescentam capacidade de interpretar informação, utilizar contexto e decidir como atuar dentro dos limites que lhes foram definidos.

Vou construir alguma coisa durante a formação?

Sim. A formação inclui exercícios práticos com diferentes ferramentas e termina com a construção e teste de uma solução para um problema ou tarefa concreta.

Onde é feita a inscrição?

A inscrição, o preço e as restantes condições são disponibilizados diretamente pela TecMinho.

Existe uma versão para empresas?

Sim. A SuperHumano disponibiliza formação em Agentes de IA em formato in company, adaptada aos processos e casos de utilização de cada organização.

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