
Vamos dar uma volta no tempo para entender como chegámos aqui – e o que o futuro nos reserva.1. Quando os telemóveis aprenderam a "ouvir" Tudo começou em 2011, com o Siri no iPhone 4S. Pela primeira vez, era possível falar com o telemóvel e ele respondia. Claro que, na altura, o Siri era limitado – servia para definir alarmes, enviar mensagens ou fazer chamadas. Mas foi o pontapé inicial para uma revolução. A ideia de um assistente pessoal no bolso parecia futurista, e era. Hoje, damos isso como garantido, mas na época foi um salto gigante. 2. A era das fotos perfeitas e das sugestões inteligentes Depois dos assistentes de voz, a IA começou a infiltrar-se noutras áreas. A fotografia foi uma das primeiras a beneficiar. Smartphones como o Google Pixel e o iPhone 8 usavam IA para ajustar automaticamente o brilho, o foco e a saturação das fotos. O resultado eram iagens incríveis, mesmo para quem não percebe nada de fotografia.
Além disso, os telemóveis começaram a aprender connosco. O Google Assistant e a Siri evoluíram para oferecer sugestões personalizadas: apps que podiamos gostar, rotas mais rápidas para casa ou até lembretes úteis.3. Machine learning e realidade aumentada Nos últimos anos, a IA tornou-se ainda mais poderosa, graças ao Machine Learning. Chips dedicados à IA, como o A11 Bionic do iPhone X, permitiram que os telemóveis aprendessem com os nossos hábitos e se tornassem mais rápidos e eficientes. A realidade aumentada, também ganhou vida, com a IA a permitir experiências imersivas, como jogos que interagem com o ambiente ou apps que "colocam" móveis na nossa sala em tempo real. O iPhone 16 é o exemplo mais recente desta evolução. Com o chip A18 Pro, a IA está em todo o lado:
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